Muda entendimento do Exército
CAC não precisa usar arma própria na habitualidade, diz PF
Entendimento da PF diverge do Exército, que obrigava CAC a usar armas próprias para cumprir habitualidade.
Muda entendimento do Exército
Entendimento da PF diverge do Exército, que obrigava CAC a usar armas próprias para cumprir habitualidade.
Normativa publicada
Normativa da instituição, que agora assume controle dos CACs, esclarece data-base para habitualidade
Incoerência institucional
A obrigatoriedade do uso de arma própria para o público CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) realizar a ‘habitualidade‘ mostra-se indefinida pelo Exército Brasileiro. Em ofício enviado à FECCASC (Federação dos Clubes de Tiro e Comércio de Armas de Santa Catarina), em 22 de abril, a DFPC (Diretoria de Fiscalização de Produtos Controlados) trouxe respostas contraditórias […]
Sem armas do clube
Regra vale tanto para renovação quanto para progressão de nível; força militar respondeu a questionamentos da reportagem
Progressão de nível de atirador
Força armada indeferiu processo com argumento de que "os treinos e competições (...) precisam ser realizadas com a arma do requerente"
Em ofício
Força Armada deu declaração em ofício; redação do decreto exclui arma dos grupos de armamentos que requerem habitualidade
Aumenta o controle
Clubes deverão enviar 'periodicamente' relação de atiradores ao orgão fiscalizador
Cálculo muda para CACs 'novos'
Para CACs 'antigos', as habitualidades serão avaliadas nos 36 meses anteriores ao requerimento de protocolo de renovação; para atiradores novos, data-base é a publicação da portaria